São Paulo e Reebok apresentam novo uniforme

9 02 2010

Fotos: Vanessa Rodrigues

O São Paulo e a Reebok apresentaram nesta segunda feira os uniformes oficiais e a moda casual de 2010. No evento fechado à imprensa e convidados, o cenário não poderia ser mais adequado: o Memorial do Imigrante.

Isso porque o tema do lançamento “São Paulo de todos nós” faz uma homenagem às diferentes etnias. “Lançamos uma coleção com tanta diversidade para ser de todos os torcedores, assim como o São Paulo é de todos nós. - explica o diretor de Marketing Tulio Formicola Filho

A história do futebol brasileiro está diretamente ligada às ferrovias e foi de dentro da Maria Fumaça do Memorial que jogadores e modelos desfilaram a nova coleção do time.

O volante Hernanes vestiu a  camisa número um, que tem com novos recortes frontais e mantém o escudo tradicional do time. Marcelinho Paraíba apresentou o segundo uniforme com a novidade da gola em “V” e listras nas mangas.

Jean mostrou o uniforme de treino, cinza com detalhes em amarelo. Os uniformes de goleiros também foram renovados, Bosco e Denis vestiram as novas camisas.  O jogador de volei Rodrigão também desfilou e com uma camisa comemorativa.

Além das camisas de jogo e casuais foi lançada a camisa pólo retrô “Protagonistas”, comemorativa aos 50 anos da Copa Libertadores. A novidade é inspirada na conquista de 1992, quando o Tricolor venceu o Newell’s Old Boys por 1 a 0.

Os torcedores já podem encontrar os novos uniformes à venda nas lojas oficiais do time: Reebok Concept Store e SAO Store. Nas demais lojas as camisas chegarão a partir da próxima semana. São mais de cinco mil pontos de venda da loja Reebok.

A parceria de sucesso entre o São Paulo e a Reebok cresce a cada ano e deve continuar em um forte ritmo. O Clube e a marca renovaram o contrato de patrocínio de forma antecipada pela segunda vez e firmaram união até 2012.

“Desde o ínicio deste contrato grandes idéias e sonhos do São Paulo foram transformados em realidade, com inovações que vão marcar para sempre a história do Clube, da marca esportiva e do futebol” exalta Tulio Formicola Filho.

O presidente Juvenal Juvêncio está feliz com o sucesso de vendas que tem ligação direta aos anos vitoriosos do time.  “A Reebok lançou três livos (433,533,633) Lançou porque fomos campeões. Fomos campeões juntos com a Reebok, que faz do São Paulo também um campeão de vendas.

E é neste clima de renovação que o São Paulo estreia nesta quarta feira na competição mais importante da temporada. Ricardo Gomes comandará o time na Libertadores pela primeira vez e quer acabar com o jejum do Tricolor de 4 anos.

Às 21h 50 começa o primeiro desafio na competição continental. A partida contra o Monterrey do México já teve 12 mil ingressos vendidos e a expectativa da diretoria é de 30 mil pagantes.

Fotos exclusivas do evento estarão em breve em: http://jornalismofc.wordpress.com/





Nos pênaltis Tricolor é campeão da Copa São Paulo

26 01 2010
Fotos: Vanessa Rodrigues 

 O São Paulo bateu o Santos nos pênaltis na final de hoje da 41ª Copa São Paulo de Juniores e sagrou se Tricampeão da competição, já havia conquistado a de 1993 e 2000. Richard foi destaque defendendo três penalidades do adversário.

Em uma partida bem disputada, quem abriu o placar do Pacaembu foi o Santos, que teve mais oportunidades na primeira etapa. Renan Mota saiu da marcação dos jogadores tricolores e marcou seu quinto gol na Copinha.No começo do segundo tempo o goleiro Tricolor participou do Lance mais polêmico da partida, Richard deu uma entrada forte em Renan Mota que ia em direção ao gol e recebeu apenas cartão amarelo, revoltando os Santistas.

Dominando a partida, o Tricolor Paulista teve claras chances de gol, como o forte chute de Denner de dentro da área e o acerto do travessão por Casimiro. Com muita luta o empate saiu, Roni girou e com um belo chute acertou o ângulo do goleiro Rafael.

Com o empate a decisão foi para os pênaltis e então brilhou o goleiro Richard, do São Paulo. Jéferson, Dener e Marcelinho deixaram sua marca. Com as defesas de Richard dos Santistas Alan Patrick, Alemão e Renan Mota foi só comemoração aos Tricolores.

O Tricolor foi o time de melhor campanha na Copinha, melhor ataque e defesa. O PFC parabeniza  o elenco do São Paulo pelo tri campeonato.

  Ficha técnica

São Paulo: Richard; Filipe Aguaí (Willian, no intervalo), Fabiano, Bruno Uvini e Felipe (Paulo Henrique, 26min/2º); Casemiro, Zé Vitor, Jeferson e Marcelinho; Ronieli e Lucas Gaúcho (Dener, 17min/2º)

Técnico: Sérgio BaresiSantos: Rafael; Crystian, Renato, Alemão e Wesley (Rafael Caldeira, 31min/2º); Elivelton, Alan Santos, Alan Patrick e Nicão (Kassio, 28min/2º); Renan Mota e Dimba (Tindurim, 8min/2º)Técnico: NarcisoGols: Renan Mota, aos 18 minutos do primeiro tempo; Ronieli, aos 40 minutos do segundo tempoPênaltis: Jeferson, Dener e Marcelinho

Cartões amarelos: (Filipe Aguaí, 17min/1º); Casemiro (42min/1º); Richard (8min/2º); Lucas Gaúcho (12min/12º); Alan Patrick (13min/2º); Tindurim (19min/2º)

 Público: 22.009 pagantes

  Renda: R$ 247.025,00

Árbitro: Thiago Duarte Peixoto

Assistentes: Fábio Rogério Baesteiro e Maria Núbia Ferreira

http://jornalismofc.wordpress.com/2010/01/25/tricolor-luta-muito-vence-o-santos-nos-penaltis-e-e-tri-campeao-da-copinha/





SUB 20: Tricolor empata em Barueri

23 11 2009

Fotos: Vanessa Rodrigues 

Pelas quartas de final do Campeonato Paulista Sub-20, o São Paulo empatou sem gols no primeiro jogo contra a equipe do Grêmio Barueri.

A partida aconteceu neste sábado no Estádio da Vila Porto, no interior paulista, em baixo de forte chuva. Em um jogo bem disputado, o que prevaleceu foram as defesas dos times. 

No próximo sábado (28) os times voltam a se enfrentar para decidir quem passará para a próxima fase.

O jogo será no Estádio Municipal de Cotia às 16 horas.

Conversei com o zagueiro Bruno Uvini, capitão da equipe do São Paulo Futebol Clube – Sub 20.

O empate com o Barueri foi um resultado justo para as duas equipes?

Foi um jogo muito equilibrado, nosso time criou um pouco mais, teve algumas chances claras de gol, mas não concluímos. 

Como aproveitar a vantagem de decidir a classificação em Cotia?

Sabemos que somos muito fortes jogando em casa, mas não pensamos em vantagem,   ela pode ser útil nas circunstâncias do jogo.

Muitos jogadores do sub 20 tem se destacado nos jogos, qual sua perspectiva para o profissional em 2010?

Espero poder estar no elenco profissional em 2010, claro que isso tem que vir com um bom trabalho agora no Campeonato Paulista e também na Copa São Paulo.

O Bruno Formigoni está jogando no Cerezo Osaka (Japão) por empréstimo mas acompanha sempre os resultados de vocês. Como é sua relação com ele e com quem fica a faixa de capitão quando ele voltar?

O Bruno é um grande amigo, e um cara muito bom de se ter no grupo, mesmo no Japão sempre acompanha e torce por nós aqui. Espero que quando ele voltar agente possa estar junto no profissional né? (risos)

 





Lucas Piazon: Craque do Tricolor e da Seleção Brasileira sub 15

18 11 2009

O jovem jogador do São Paulo Lucas Piazon ainda não é conhecido no Brasil, mas já é o alvo de importantes times do exterior.

Lucas está sendo sondado pelo Arsenal, pelo Manchester United e pelo Chelsea.

O time de Carlo Ancelotti está agindo rápido e mandou seus olheiros mais importantes para assistirem o jovem talento em ação.

Lucas é o capitão da Seleção Brasileira sub 15 e marcou três vezes na goleada de 4 a 1 sobre a Bolívia  pelo Sul-Americano.

Além de chamar atenção na Seleção, Piazon também foi visto nos jogos do São Paulo pela Copa Nike, em Manchester.

Confira algumas das diversas notícias internacionais que saíram falando do jogador, e um vídeo que mostra suas habilidades.

http://www.mirrorfootball.co.uk/incoming/Chelsea-chase-Brazilian-wonderkid-Lucas-Piazon-article223085.html

http://www.larepublica.pe/deportes/16/11/2009/el-chelsea-esta-interesado-en-el-brasileno-lucas-piazon-el-quotnuevo-kakaquot

http://bolaliar.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2173:chelsea-mu-arsenal-buru-lucas-piazon&catid=4:berita&Itemid=427

http://www.delgol.com/sgc/noticias/2009/11/16/Detalle1757.aspx





Entrevista: Um técnico vencedor

13 11 2009

Muricy

Eleito o melhor treinador dos últimos quatro Campeonatos Brasileiros e único Tricampeão da competição por um mesmo time, Muricy Ramalho tem um currículo de dar inveja!

No século 21, o comandante somou oito títulos por quatro clubes diferentes. Muricy faturou duas vezes o Pernambucano e o Gauchão, comandando o Náutico e o Internacional, e uma vez o Paulistão, com o São Caetano.

No São Paulo conquistou o inédito tricampeonato consecutivo. Antes deste século, já havia conquistado a Copa Conmebol e também a Copa da China.

No mês em que comemora seus 54 anos, Muricy só pensa em outra comemoração a de mais um Campeonato Brasileiro. Mesmo estando nesta reta decisiva do campeonato, o treinador do Palmeiras aceitou nos receber para esta entrevista.

Em sua sala Muricy nos contou de seu começo como jogador e dos prós e contras de ser técnico de futebol em um país em que só quem ganha é reconhecido.

Conversamos também sobre a pressão dentro da profissão e as críticas feitas pela imprensa, que deveriam ser apenas ao profissional mas muitas vezes atingem a pessoa em vez disso.

O treinador do Palmeiras explica sua postura como comandante, que é diferente de como quem o conhece fora do trabalho.

O técnico adianta que contratações importantes devem ser feitas para 2010 e fala da possibilidade de ter a ajuda do goleiro Marcos no ataque. Confiram.

Vanessa Rodrigues: Muricy, obrigada por nos receber, é sempre um prazer poder falar com você.

Muricy Ramalho: O prazer é meu, receber vocês aqui no Palmeiras, para falar de uma coisa que vocês devem ter programado e principalmente de futebol.

V.R.: Para começar, nos conte como você começou sua carreira de jogador?

M.R.: Quando eu tinha nove anos, um tio que gostava de futebol me viu jogar e me levou para uma escolinha do São Paulo. É claro que era mais para se divertir, mas depois acharam que eu tinha jeito, então comecei a levar mais a sério esse negócio de jogar futebol. Pouco a pouco fui passando pelas categorias: infantil, juvenil, e cheguei no profissional com 17 anos e ai começou minha vida.

V.R.: Antes de você ir treinar no São Paulo, você era Palmeirense por influencia de seu pai?

M.R.: Meu pai era o único palmeirense na família, e quando eu era garoto ele me levava para assistir os jogos do Palmeiras. Eu não era um grande torcedor, gostava mesmo era de jogar e brincar, coisa de criança. Também teve um tempo que joguei futebol de salão no Palmeiras, depois larguei o futebol de salão e fiquei o tempo todo no São Paulo, no futebol de campo. E a gente tem simpatia pelos lugares que agente passa, o São Paulo que eu fiquei desde garoto, tenho muita simpatia e o Palmeiras pelo meu pai que era muito palmeirense.

V.R.: Você jogou no São Paulo de 1973 a 1979, é isso?

M.R.: Isso no profissional. Mas no total mesmo são 15 anos mais ou menos de clube. Desde a categoria infantil até o profissional.

V.R.: Você não teve a chance de jogar na Seleção Brasileira devido a uma contusão, mas ajudou vários jogadores a conseguir este feito, qual a importância de defender a Seleção? 

M.R.: É infelizmente eu tive uma contusão no joelho muito séria em 1977 e naquele tempo a operação era muito complicada, então fiquei quase que um ano sem jogar e perdi a oportunidade de ir para Copa do Mundo na Argentina. Claro que depois como técnico vários jogadores que eu tive a oportunidade de trabalhar chegaram a uma seleção e alguns a copa do mundo, como o Edmilson, o Rogério, o Denílson… Então pra mim quando um jogador que trabalha comigo vai para a Seleção Brasileira é a maior satisfação que eu tenho.

V.R.: Como foi seu inicio na carreira de  técnico?

M.R.: Quando eu era jovem fui embora para o México jogar. E quando eu pensei em abandonar o futebol, comecei a pensar o que ia fazer, e uma das opções era ser técnico de futebol. Comecei então a fazer cursos, fiz primeiro no México e depois fiz vários aqui no Brasil. Iniciei minha carreira trabalhando com os garotos de 11, 12 anos. Então foi assim que eu comecei, logo que eu pensei em parar de jogar eu comecei a me preparar para ser técnico. 

V.R.: E como você acha que deve ser a preparação de bons técnicos?

M.R.: Eu acho que é fundamental isso, é fundamental que você além da parte tática, que sou um ex-jogador, exista a parte teórica que você tem que fazer mesmo. E a parte teórica você faz nos cursos. Fiz curso na USP, no Sindicato, total de 4 ou 5 cursos, é importante então o treinador não ser só ex-jogador, ele tem que ter uma outra visão, porque ele mexe com pessoas e a parte psicológica é super importante.

V.R.: Do que você mais gosta na profissão de treinador?

M.R.: O que eu mais gosto é ganhar jogo. Porque eu acho que o combustível do cara que joga, que trabalha no futebol é ganhar jogos, isso é o que da alegria para nós. E o outro motivo, como a gente falou agora pouco é revelar jogador para Seleção, isso marca muito.

V.R.: Em um esporte em que o amor e o ódio estão por um fio, como você se cuida do desgaste físico e mental?

M.R.: Eu faço um pouco de atividade física que é super importante porque a parte emocional é muito dura e se você não tiver uma atividade aeróbica, principalmente se não mexer com o coração é perigoso, é muito perigoso porque o stress é o nosso pior inimigo. Isso aqui é uma pressão constante, então precisamos saber lidar com isso fora do campo e ter uma vida familiar boa já que é o único lugar do futebol que você tem a segurança, que você ta com pessoas corretas que te amam e apóiam. O futebol realmente é uma ilusão, existem pessoas boas, mas é um grande jogo de interesses então é muito perigoso, a gente tem que se cuidar bem fora do campo.

V.R.: Como sua família lida com as críticas sobre você feitas pela imprensa?

M.R.: Quando a crítica é sobre trabalho eles estão acostumados. Porque a imprensa quando você faz coisa boa, eles também falam bem, este é o trabalho deles.  Fazem a crítica quando você não trabalha bem e também tem que elogiar quando você trabalha bem. Agora o único problema que a família do treinador e do jogador sofre é quando eles querem atingir muito a pessoa. Eles não pensam que quem eles estão criticando é uma pessoa, eles pensam que estão criticando um robô, um cara que não tem sentimentos. Não todos, têm muita gente boa nesse meio, mas alguns quando vão fazer a crítica não querem saber se o cara tem filho, se tem esposa, se a esposa vai ao cabeleireiro ou se o filho vai à escola, então eles atingem demais a pessoa e esse é o pior para a família.

V.R.: Sua filha Fabíola é publicitária, e seus filhos  Muricy Jr. e Fábio? Pretendem seguir sua profissão?

M.R.: O Muricy está fazendo faculdade de Educação Física então com certeza tá perto do futebol, pode exercer essa profissão ou também ser jogador já que ele gosta. O Fabinho não, ele não gosta, ele mexe com moto, esse tipo de coisa, com computador, ele é mais ligado em outras coisas, não tanto no futebol.

V.R.: O goleiro Marcos de vez em quando assusta os técnicos deixando o gol para ajudar o time na área, vocês já conversaram sobre a possibilidade disso voltar a acontecer, e você daria esta liberdade a ele?

M.R.: Claro, desde que ele seja treinado pra isso, ele pode ir pra área. Claro que tem que ter um tipo de cobertura pra fazer isso e nos momentos certos, não adianta ele ir o tempo todo pra área. No momento que você precisar demais do resultado, esta perdendo um jogo ai pode arriscar, se não, não tem muita importância, mas volto a repetir que o  jogador pra fazer isso tem que ser treinado.

V.R.: Você trabalhou com o auxiliar técnico Mário Felipe Peres, (conhecido como Tata) no Inter, no São Paulo e agora no Palmeiras, desde quando vem essa parceria?

M.R.: Trabalhei com ele também na Portuguesa Santista e no São Caetano, e além de meu auxiliar ele é meu amigo de muitos anos, mora no bairro onde eu morava, e também foi jogador de futebol. É um amigo de confiança, para ser auxiliar técnico tem que ser de confiança além de saber de futebol, tem que ser muito leal ao treinador.

V.R.: Você tem seu jeito durão como profissional, mas quem te conhece sabe que você é muito calmo, sorridente. Por que o futebol exige esta postura diferente?

M.R.: Porque é um lugar que se comanda muita gente e você no seu trabalho precisa ser muito sério e demonstrar isso. É um lugar que as pessoas podem se entusiasmar com um grande resultado ou podem ficar muito triste com um resultado negativo, então o treinador tem que ter uma postura séria em relação a essas coisas. Se não, não consegue dominar, porque é muita gente diferente, de diferentes classes, de diferentes personalidades, tem muita vaidade se você não for sério com certeza é difícil você controlar tudo isso. Claro que existe o lado profissional da gente que é aqui o dia a dia e existe o lado fora daqui que é muito diferente.

V.R.: Quais são as características necessárias para se formar um time campeão?

M.R.: A disciplina é fundamental, você não pode abrir mão. Outra coisa é você ser preparado pra fazer, por exemplo, 30 pessoas diferentes pensar em um único objetivo que é o mais difícil, porque eles pensam totalmente diferente um do outro. Também é necessário se ter o principal de um time de futebol que é a qualidade, isso é o principal.

V.R.: Qual seria o significado da conquista de mais um Nacional?

M.R.: O significado é que mostra que seu trabalho esta no caminho certo. No futebol Brasileiro infelizmente é só quem ganha que tem valor, quem perde eles não dão valor nenhum que é uma coisa errada porque tem muita gente que perde e é muito boa, isso é coisa do esporte mas infelizmente no Brasil pra você sobreviver e permanecer em clubes grandes você tem que ganhar, então o significado pra mim é isso. É a minha sobrevivência dentro do futebol.

V.R.: Quais são as metas para 2010?

M.R.: Já Estamos pensando em contratações, porque vamos ter uma temporada bastante importante para o clube, contratações importantes, o planejamento nós também já estamos fazendo, as metas são sempre as mesmas de um time grande, é ganhar títulos. É isso que todo mundo pensa aqui.

V.R.: Obrigada pela entrevista, eu te admiro muito como profissional e como pessoa.

M.R.: Eu agradeço a mais uma vez que vocês vieram me visitar foi um prazer e com certeza foi legal a entrevista e que você tenha bastante sorte na carreira.

V.R.: Obrigada.

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